terça-feira, 9 de abril de 2013

Essa é da Boa

O dono do bar já estava de saco cheio com o bêbado, 
que todo dia vinha ali encher a cara. Numa daquelas, 
quando o bêbado pediu Bota mais uma,
 ele despejou acido no copo. 
O bêbado tomou, fez uma careta,
 disse esta eh forte,
 hein? e saiu, cambaleando. 
Passaram-se vários dias e o bêbado não apareceu mais. 
O dono do bar ate ficou preocupado, 
pensando que tinha matado o infeliz. Uma noite, 
o bêbado reaparece, já trocando as pernas, e pede uma pinga. 
O dono do bar serve a cachaça, 
o bêbado toma, faz careta, e diz: - Esta não, 
eu quero eh aquela que quando a gente faz xixi, 
enche a calcada de buraquinho.

Pisco






O pisco é uma especial aguardente (brand), com muita personalidade, incolor ou com um ligeiro tom âmbar, com sabor muito forte, deve ter entre 42 e 52 graus de álcool, segundo o lugar de elaboração. É um destilado da fermentação da uva, da família do conhaque e o armanhaque. O pisco é original do Peru.

A destilação como método para obter substância líquidas por avaliação é conhecida desde os inícios da civilização, mas recém no século XIII omeça a utilizar este método para produzir bebidas alcoólicas.

Durante um período de quase 200 anos, entre os séculos XVI e XVII, ditarão medidas restritas por considerar a aguardente causa de vícios e delitos. Recém no século XVIII se liberta o conceito de produção e consumo.

O pisco é o mais crioulo licor de uva, sem dúvidas, o representante oficial do Peru, é veículo e identidade gastronômica  peruana  no âmbito internacional. O Pisco é a bebida da bandeira nacional. No mundo da gastronomia mundial, o pisco representa o Peru, o mesmo que a vodka a Rússia, a tequila o México e o rum o Caribe, etc...

Definição

O pisco é a água-ardente de uva peruana obtido da destilação dos caldos frescos de fermentação exclusiva do mosto da uva (suco de uva).

Origem do nome

O nome Pisco tem origem indiscutivelmente peruano tal como se pode verificar dos estudos realizados por lexicógrafos, cronistas e historiadores. Trata-se de um vocabulário pré-hispânico (quéchua) que significa “ave” ou “pássaro”.

As garrafas chamadas “piscos” ou “pisquillos” serviam para armazenar, transportar e embarcar o pisco puro de uva, A estas alturas compartem a mesma nomeação  a água-ardente famosa, a garrafa que contém o porto pelo que se exporta.

Onde se Produz

As únicas zonas produtoras do Pisco são a costa dos departamentos de Lima, Ica, Arequipa, Moquegua e os vales de Loucumba, Sama e Caplina Del Departamento de Tacna no Peru.

Classes de Pisco

Puro - Elaborado de uvas não aromatizado quebranta negra corrente.

Aromático - Elaborado com Uvas Itália e Moscatel que são aromáticas e existem subtipos como a Itália, Moscatel de Alejandria. Torontel ou Albilla.

Mosto Verde - Obtido da destilação de caldos imcomplamentares fermentados.

Acholado ou mistura - Proveniente da mistura de caldos de distintas variedades de uva.


História

Referente ao nome de Pisco nos inícios, quando as tribos conquistadoras baixaram da cordilheira até a costa, seguiram a rota do condor e por isso  os levou a denominar a região que chegaram como Valle Del Cuntur, o condor. Este nome depois se generaliza ao Valle de los Pajaros e se voltam a singularizar em quéchua ao pássaro Pisco.

Ao final do século XV habitavam no Valle de rio chunchanga, hoje rio Pisco, a tribo dos chamados Piskos, vocábulo quéchua que significa pássaro – e que faz menção a grande quantidade de aves que vivem em suas costas. Os Piskos e os Icas eram parte da civilização Paracas.

Conjuntamente com os Piskos, a tribo dos Icas ou Ilicas foram reduzidos a princípios do século XVI na etapa de expansão, pelo Inca Pachacutec.

Os Piskos fabricavam muito antes da chegada dos espanhóis, grande quantidade de ceramios  ou huacos que utilizavam principalmente para a chicha e diversas bebidas alcoólicas , se baseando em milho, etc...

As cerâmicas especiais que os continham, eram grandes e na forma cônica. Anos depois na época da conquista e desde as primeiras colheitas de vida, a extração dos mostos ou sucos de uva se depositaram nas vasilhas de barro que se haviam ordenado a tribo dos Piskos que foram grandes alfareros.

O historiador José Antônio Del Busto, nos conta que o primeiro comendador do Valle Del Pisco, onde havia um pequeno povoado, foi o conquistador Pedro Martin de Sicília, natural da aldeia de Don Benito em Extremadura.

Segundo o historiador Gilberto Vasquez Ângulo, durante a colônia os recipientes recebem o nome do pisco em referência a seus criadores e por extensão popular foi chamado Pisco, a água ardente que continha. As vasilhas, que estavam cobertas por inteiras com cera de abelha, se empregam para guardar, conservar e transportar a água-ardente de uva para sua venda fora desses confins refere Vasquez Ângulo.

Primeiras Referências

Cronistas como Guamãn Pomo de Ayala, Pedro Sarmiento de Gamboa, Fray Martim de Murua, Bernabé Cobo e Pedro Cieza de Leon acreditam na existência deste referente geográfico desde inícios da Colônia, destacando nos demais o cultivo da videira assim como a elaboração dos vinhos e água-ardentes na dita zona. Assim mesmo, Miguel Cabello de Balboa, em suas “Miscelaneas Antárticas”, escritas em 1586 menciona expressamente os vales de Ica, Yumay e Pisco ao descobrir a costa sul do Peru.

As primeiras notícias que se tem n Peru ao redor da elaboração da água-ardente de uva, se remontam no início do século XVIII. O renomado historiador peruano Lorenzo Huertas refere ao respeito:
“Temos encontrado um documento de 1613 que indica a elaboração de água-ardente de uva em Ica. Essa seria uma das datas mais antigas que falam ao redor da elaboração da água-ardente no solo do Peru, se não na América.”
O documento ao que alude Huertas é o testamento de Pedro Manuel, o grego, morador da cidade de Ica.

O Pisco nos dicionários

- Dicionário da Real Academia Espanhola: água-ardente fabricada originalmente em Pisco, lugar peruano.
- Enciclopédia Britânica: “cidade Ica, ao Sudeste do Peru...conhecida pelo seu brandy feito de uvas moscatel”.

Lenda do Pisco Sour

Conta a lenda urbana que o radicional pisco sour peruano, que todos celebram pelo seu ótimo sabor, nasceu na quentura de um conhecido e tradicional bar localizado no centro histórico da cidade de Lima, no bar do Hotel Maury. Ali, em plena década de vinte, um engenheiro barman alemão combinou as forças do pisco e limão de angostura sobre a de ovo, xarope de goma e gelo e umas quantas gotas de angostura sobre a bebida final. O que obteve foi um trago de primeiro nível, fresco e jovial, que rapidamente se converteu em toda uma tradição peruana e com o tempo, em um aperitivo muito cortejado no mundo todo.

Senzala Golden






1º Lugar - Torneio Campeão dos Campeões 2012.
Criador: Carlos Felix

Ingredientes:

• 3 cl de Cachaça 
• 2 cl de Sakê Tikará 
• 2 cl de Licor de Pêssego 
• 1 cl de Xarope de Cranberry
• 1 cl de Guaraná Diet

Decoração: Decorado com uma cereja.
Modo de preparo: Mexido.

Em um mixing glass coloque gelo,
gele o mixing, escorra a água,
 coloque todos os ingredientes e mexa. 
Depois passe pra uma taça martini previamente gelada 
e decore com uma cereja.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Adrenalina


Ingredientes:

3 cl de Vodka
1,5 cl de Creme de menta
200 g de Leite condensado
Gelo picado a gosto
Modo de Preparo:
Bata no liquidificador a vodca, o creme de menta e o 
leite condensado por 10 segundos.
Acrescente o gelo e bata por mais 10 segundos
Sirva e aprecie com moderação.
Dicas:
Você pode decorar o copo com calda de sorvete de chocolate,
 mas cuidado para o drinque não ficar doce demais.
Use umas folhas de menta pra decorar. se não achar, pode ser de hortelã.
Não beba rápido demais.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Tequila Sunrise









Ingredientes

  1. 1Dose de Tequila
  2. 200 ml de Suco de laranja
  3. 1 Dash de Groselha 
  4. 1 Inteiro Cereja
  5. Laranja

Como misturar este coquetel

Encher um copo alto resfriado com cubos de gelo. Adicionar suco de laranja e tequila.
 Flutuar groselha. Decorar com laranja e uma cereja.



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Maracujack



Jack Daniel’s sem gelo? Não mais! O embaixador da marca no Brasil e barman,
 Walter Bertone, desmistifica o que antes prevalecia: 
“Tomar Jack sem gelo vale, mas não é a única forma de apreciar, 
principalmente num país tropical como o Brasil”.
Considerado um dos uísques mais consumidos no planeta,
o Jack revela a versatilidade em drinques, além de ser sinônimo de bom gosto
para quem aprecia um bom destilado.

O uísque Jack Daniels é classificado como Tennessee devido ao seu formato de destilação.
Também chamado de Old Nº 7.
não deve ser denominado como Bourbon,
porque este nome designa apenas os produzidos no estado de Kentucky (EUA),
sob um processo diferenciado de destilação. Para provar que maracujá,
Jack Daniel’s e gelo formam uma parceria saborosa,
Bertone disponibilizou aos leitores de Gastrô,
uma receita simples e fantástica de um drinque brasileiro e refrescante,
o Maracujack. (Amanda Ferreira).

MaracuJack
   
Ingredientes:
40 ml de Jack Daniel’s
Polpa de 1/2 maracujá
1 colher de açúcar
Água tônica quanto baste

Preparo:
Bata o Jack com maracujá e açúcar numa coqueteleira,
sirva num copo long drink e com bastante gelo.
O toque final é completar o copo com água tônica.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Lá Michelada

 Michelada
 
A receita mexicana é bem simples e
 fica uma delícia! Veja como preparar:

Ingredientes:
1 cl de molho de pimenta (tipo Tabasco)
1 cl de molho inglês
3 cl de suco de limão
Sal
Chilli em pó
3 a 5 pedras de gelo
1 Cerveja long neck

Modo de preparo:
Misture o sal com o chili em pó e
 passe na borda de um copo alto.
Coloque a pimenta tabasco e
 molho inglês no copo.
Adicione as pedras de gelo e o
 suco de limão. Complete com cerveja.